quarta-feira, 2 de junho de 2010

Documentário: Nós que aqui estamos, por vos esperamos.

Nós que aqui estamos, por vos esperamos.
Parte 01

Parte 02 -



Lazer e trabalho?

Lazer e trabalho?
Tempo de trabalho é o tempo total gasto para a execução do seu trabalho ou produção do trabalho, este tempo começa a contar desde o tempo gasto para chegar ao trabalho (condução ou locomoção) até o retorno a sua residência. É todo o tempo gasto para em prol da execução do seu trabalho.
Porém dentro do tempo de trabalho necessitamos de um período de descanso para relaxar, deixar o stress de lado, ou até mesmo reparar as deteriorações físicas e nervosas, que são acarretadas pela tensão e obrigações cotidianas.
Daí a busca de uma vida de complementação, de compensação e de fuga por meio do divertimento e evasão para um mundo “diferente” vivido no ambiente de trabalho.
Esses tempos de descansos são obtidos em horário de almoço, pausas, atividades recreativas informais (como conversar com o colega de trabalho, fazer algo que não está exatamente em seu quadro de funções) ou em algumas empresas ginástica laboral.

O lazer é um conjunto de ocupações às quais o indivíduo pode entregar-se de livre vontade, seja para repousar, seja para divertir-se, recrear-se e entreter-se ou, ainda para desenvolver sua informação ou formação desinteressada, sua participação social voluntária ou sua livre capacidade criadora após livrar-se ou desembaraçar-se das obrigações profissionais, familiares e sociais. (DUMAZEDIER )
Lazer no trabalho seria a busca pelo lúdico no ambiente de trabalho, para alivias as tensões e esquecer um pouco daquele peso ou pressão sofrida diariamente pelo ritmo acelerado das grandes cidades que aumentou muito. A partir do momento que a pessoa passa a realizar alguma atividade de lazer ela passa a ter uma satisfação e tira aquele tédio ou até mesmo pressão que estava sentindo antes de realizar alguma espécie de lazer.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Auto-retrato.

Auto-retrato.
Nome: Claudinei Rossato do Nascimento.
Idade: 22 anos.
E-mail: kblorn@gmail.com

Eu sempre estive muito ligado ao esporte e jogo, começei a praticar esporte desde muito cedo gostava de me divertir, mas sempre gostei de esportes não convencionais ou que pelo menos não eram praticados em escolas de ensino fundamental e médio, primeiro começei a fazer capoeira quando tinha aproximadamente 10 ou 11 anos, com 16 anos começei a praticar Kung-fu, depois do Kung-fu veio o boxe, muay-thai, boxe chinês e o por fim o Le Parkour esporte que comecei a praticar em 19 de fevereiro de 2006. Por sempre estar muito ligado ao esporte escolhi o curso de educação fisica para me graduar com a intenção de levar outros esportes para as escolas de ensino fundamental e medio. Porque eu fui uma das milhares de pessoas que sofreram a exclução por meio do "x-bol" que é materia nas escolas, como muitos era sempre o ultimo a ser escolhido isso quando era escolhido para "perder o meu tempo" em ficar chutando a bola sem realmente aprender algo. Por este motivo eu escolhi o curso de educação fisica para levar as escolas o conhecimento sobre o esporte ensinar para os meus futuros alunos não somente o procedimental, o saber. Mas sim trazer para todos o atitudinal e o conceitual, para que alem de saber fazer aprendam mais a fundo o esporte e o jogo. Também penso em levar para as escolas esportes que os alunos nas escolas não tem muito acesso assim como o Le Parkour onde não precisa de uma mega estrutura para a sua execução, que muitas pessoas conhecem, mas poucos realmente sabem o que significam ou já praticaram. Quero trazer uma visão diferente do que é o esporte, o jogo e do que é a Educação Física, mostrando para todos que a Educação Física não apenas chutar uma bola.

Fair Play

Fair Play.

O Fair Play nada mais é do que a Ética no esporte ou jogo, seria o caráter de cada individuo enquanto estivessem executando as atividades. Para utilizarmos o Fair Play não podemos deixar a emoção ganhar da nossa honestidade e assumir os nossos erros e falhas cometidas durante a competição, porém o fair play não é para ser utilizado somente em esportes competitivos, porque o fair play seria também o respeito para com o adversário. Devemos respeitar o adversário pois sem o adversário não a competição e como diz Cox. 1999, O mais importante para se conseguir o prazer da prática do tênis é a existência de um adversário. Neste caso Cox comenta sobre o jogo de tênis mas podemos seguir essa linha de raciocínio para qualquer tipo de esporte e jogo, já que sem o adversário não seria possível a realização da partida como afirmam Mataruna dos Santos e Tercitano, 2002.

O respeito mútuo ao adversário também seria a disputa equilibrada sem usar algum tipo de subterfúgio para alcançar a vitória tais como: marcar cartas de baralho, comprar o juiz ou até mesmo no doping. Utilizando desses recursos para conquistar a vitória tornaria a disputa desigual já que recorrendo a esses meios ganharia uma vantagem injusta perante o adversário.

O Fair Play seria i jogo limpo, a disputa honesta entre os adversários, para Grupe apud Tavares (1999) é a "...adesão voluntária a regras esportivas, princípios e códigos de conduta, zelando regras, observando os princípios da justiça, renunciando a vantagens injustificadas, declinando ganhos materiais, enfim, todos os meios de elevar o esporte a um nível cultural realmente mais alto". O Fair Play busca promover uma mobilização em prol do comportamento e do pensamento ético se seus envolvidos (Portela, 1999).


PortalCab

Um grande exemplo de Fair Play no esporte de alto rendimento é uma partida realizada na Holanda, onde um jogador do Avax tinha feito um falta um pouco mais dura e o seu adversário estava no chão sentindo dores, o jogador do Ajax tenta devolver a bola ao time adversário e acaba fazendo um lindo gol de fora da área aproximadamente do meio de campo, todos ficam surpresos, mas o juiz não tinha outra opção senão validar o gol. Na saída de bola do time adversário, o time Ajax fica imóvel deixando o time adversário compensar o gol que fizeram sem querer. Isso sim é Fair Play, isso é jogo limpo e uma grande demonstração de caracter, já que o fair play nada mais é do que uma atitude comportamental, entrando na classificação que se enquadra em atitudinal, esses valores e atitudes gerais são fundamentais para a realização adequada de atividades motoras. (Teixeira 1993).

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Jogos Cooperativos.

Jogos Cooperativos.

Os jogos cooperativos sempre foram utilizados, mas começou a ser classificado em 1950 com o livro de Ted Lentz com o titulo: Manual de novos Jogos Cooperativos, em conjunto com a co-autora Ruth Cornelius, também uma educadora que não apoiava o esporte de competição pela exclusão que causava.

No caso do Brasil o autor mais conhecido é o professor Fábio Otuzi Brotto, que escreveu diversos livros sobre o tema,

A idéia dos jogos cooperativos não vem para substituir os jogos ou esportes de competição e sim abrir uma nova vertente para mostrar uma nova forma de integração e motivação e divertimento, que não acontece freqüentemente para um completar o outro, como defende BROWN.


Os jogos cooperativos tem como objetivo muito mais a interação, a cooperação o divertimento, a democracia e a flexibilidade na sua execução do que propriamente a vitória ganhando assim algumas características lúdicas defendidas por Johan Huizinga.

A forma de execução dos jogos cooperativos, entram na classificação do esporte procedimental porque o focalizador terá que saber como executar as atividades de cooperação, terá que conhecer as atividades para transmiti-las para as outras pessoas que estiverem participando, para que os participantes aprendam e desenvolvam atividades motoras com essas atividades cooperativas (Gallahue). Terá que ser apto a classificação conceitual, pois terá que saber o porquê irá realizar aquela atividade, com qual objetivo, e terá que ter criatividade para desenvolver as regras das atividades, como argumenta Castellani Filho que é necessário que alem de dominar o saber fazer é necessário que tanto o focalizador quanto os participantes entendam o porquê estão desenvolvendo a atividade cooperativa. Conseqüentemente já irá estar incluso na categoria atitutinal, pois estará desenvolvendo atividades que iram gerar interatividade para aqueles que tem dificuldades em se relacionar e se desenvolver em grupo, ou que não tenha tanta habilidades motoras como os demais, já que o objetivo dos jogos cooperativos não é a vitória propriamente dita, mas também a troca de experiência e momento de diversão entre os participantes (Teixeira).

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Classificação do Esporte (Atualizando, postando e teminando.....)

Atitutinal: Atitudes, valores.

Procedimental: Como fazer, aprender a fazer, procedimento, vivencia conhecida.

Conceitual: Teórico, histórico, "como foi ?", "porque aconteceu?", regras.

Esporte: Rendimento
Participação
Educacional

Xadrez. (Atualizando, postando....)

Xadrez

A arte de mover peças, a estrategia da vitória.